Quem sou eu
- Egídio Poeta
- Vitória de Santo Antão, Pernambuco, Brazil
- Sou metalúrgico aposentado,chaveiro autônomo, gosto de ler e escrever poesias. Visualizar meu perfil completo
domingo, 3 de novembro de 2013
O que é bom a gente compartilha
O ensinamento da Flor de Lótus...

A Flor de Lótus possui beleza e perfume admiráveis, é considerada a mais bela e perfumadas das flores, no entanto, ela comumente nasce em lamaçais, em meio a imundície. Apesar de nascer nesse ambiente impuro e hostil ela é imune à sujeira. Podemos chacoalhar a lama, mas ela não se sujará, é impermeável. A flor de lótus é o símbolo perfeito para a superação das dificuldades, transformando “desvantagens” em “vantagens”. Cada ser humano é dotado do potencial para sua realização. O ambiente onde vive, mesmo sendo hostil, não o torna impedido de se realizar. Olhe ao seu redor, ainda q... mais »
segunda-feira, 28 de outubro de 2013
Sobre o inferno.
Qualquer
pessoa sabe disso
Se os médicos não quiserem, nenhum hospital funciona.
Se o motorista não quiser, o carro não funciona.
Se os políticos não quiserem, nenhum sistema político
funciona.
Se os líderes religiosos não quiserem, nenhuma religião
funciona.
O ser humano é sempre o responsável pelo bom funcionamento,
ou não,
Pelo sucesso ou o fracasso, de qualquer instituição, ou
qualquer sistema:
Político, religioso, de segurança, de saúde, de educação ou
de qualquer outra coisa.
O computador que serve para ensinar serve para jogar, viciar...
A mesma internet que serve para informar, serve para espionar...
Muitos
médicos capitalistas são também partidários da eutanásia, principalmente,
Para quem não pode pagar consultas médicas.
Já existe quem seja
partidário do controle biológico da população, tornando pobres, estéril. Para
esses, quem não pode criar e educar filhos, não deve ter filhos. Uma seleção natural forçada. Dante Alighieri,
já previa isso, bem antes de o Brasil ser colonizado, Basta ler (sobre o inferno
de Dante).
Na verdade; o bem e
o mal, o céu e o inferno, o Deus ou diabo estará, onde o homem estiver. Isso
porque, onde tem gente
tem problemas, quanto mais gente mais problemas. Como cada homem pensa diferente um do outro, Os grandes
problemas da humanidade não se resolvem, e as divergências se perpetuam.
quinta-feira, 24 de outubro de 2013
Você pergunta quem eu sou?
SABE QUE EU
NÃO SEI!
Só sei que
eu não ando atrás
Nem de mais
fama nem de mais dinheiro.
Sei que não
sou nem o mais justo
Nem o mais
verdadeiro.
Não sou religioso
nem politiqueiro.
Não sou
ativista, conformista nem baderneiro.
Não sou
brega, chique, nem estilista fofoqueiro.
Não sou
romancista, dramaturgo nem noveleiro.
Não sou
profeta, vidente nem catimbozeiro.
Não sou sambista,
repentista nem roqueiro.
Só sei que
nunca fui populista nem cambalacheiro.
Eu quero ser
- apenas eu
Não ando a
procura de rótulos
De analistas,
psicólogos nem marqueteiros.
terça-feira, 22 de outubro de 2013
amigos da ota e da poesia: Forjando a armadura
amigos da ota e da poesia: Forjando a armadura: “Nego-me a submeter- me ao medo Que me tira a alegria de minha liberdade Que não me deixa arriscar nada Que me torna pequeno e mesquinho Que...
segunda-feira, 21 de outubro de 2013
Compartilhado do blog redescobrindo...
domingo, 29 de setembro de 2013
Casa-grande de Engenhos em Moreno
Por James Davidson
O termo casa-grande, como é conhecido hoje, refere-se à moradia do senhor de engenho. Junto com a capela, senzala e fábrica, constituía um dos edifícios base da estrutura de um engenho de cana-de-açúcar. Mas nem sempre as casas de engenho eram chamadas assim. Ao se consultar documentos antigos percebe-se que eram mais comuns os termos "casa de vivenda", "casa de morada", "sobrado", entre outros. Parece que o termo casa-grande só foi consagrado mesmo após a publicação do livro clássico "Casa-grande e Senzala" de Gilberto Freyre, tornando-se a expressão conhecida e popularizada. Além disso, o termo casa-grande não era de uso estrito da zona canavieira, pois aparece também no agreste e no sertão, para denominar também a principal residência de uma fazenda.
Como demonstra Geraldo Gomes, autor de Engenho e Arquitetura, o mais profundo estudo sobre o tema em Pernambuco até hoje feito, nem sempre as casas-grandes eram grandes casas. Além de existirem grandes casas senhoriais, também existiam as modestas e simples casas-grandes, mostrando que nem todos os donos de engenhos eram ricos e poderosos como o senso comum nos faz crer. É importante destacar a grande variedade de tipos existentes e que nem sempre as casa que chegaram até hoje são as originais.
No caso do município do Moreno, muitos dos seus 44 engenhos ainda conservam sua casa-grande. Entre os engenhos que não as possuem mais podem ser citados os engenhos Canzanza, Mato-grosso, Timbó, Serraria, Pacoval, Bom Dia, Quiaombo, Brejo, ente outros. Alguns conservam um edificação bastante descaracterizada com modificações significativas como as casas dos engenhos Catende e Caraúna, e outras são relativamente recentes como as dos engenhos Gurjaú de Baixo e Buscaú. Outras, porém, constituem belíssimos exemplares da Arquitetura de Engenho como as casas dos engenhos Morenos, Pintos e Novo da Conceição. Vejamos algumas delas:
| Casa-grande do Engenho Catende |
| Casa-grande do Engenho Carnijó |
| Casa-grande do Engenho Gurjaú de Cima |
| Casa-grande de Gurjaú de Baixo |
| Casa-grande do Engenho Buscaú |
| Casa-grande do Engenho Floresta |
| Casa-grande do Engenho Queimadas |
| Casa-grande do Engenho Pintos |
| Casa-grande do Engenho Pereiras |
| Casa-grande do Engenho Jaboatão |
| Casa-grande do Engenho Javunda |
| Casa-grande do Engenho Jussara |
| Casa-grande do Engenho Pocinho |
| Casa-grande do Engenho Una |
| Casa-grande do Engenho Morenos |
Assinar:
Postagens (Atom)



