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Vitória de Santo Antão, Pernambuco, Brazil
Sou metalúrgico aposentado,chaveiro autônomo, gosto de ler e escrever poesias. Visualizar meu perfil completo

quinta-feira, 12 de dezembro de 2013

O que é bom a gente compartilha

Zezinha LinsemZezinha Lins - Há 2 dias
*Um olhar* *Um carinho* *Um sorriso* *Um jeitinho...* *Uma chuva fina* *Um friozinho* *Um abraço quente* *Um aconchego* *Uma flor oferecida* *Um agradecimento* *Um beijinho* *Sei lá... * *É tão simples...* *E de repente...* *Eu me descubro poesia...* *Zezinha Lns*

quarta-feira, 11 de dezembro de 2013

SOBRE AS MULHERES



(texto de Paulo Coelho)
 Leiam isso mulheres

As mulheres pela visão de um homem...
Não importa o quanto pesa. É fascinante tocar, abraçar e acariciar o corpo de uma mulher. Saber seu peso não nos proporciona nenhuma emoção. Não temos a menor ideia de qual seja seu manequim. Nossa avaliação se dá de outra forma, isso quer dizer: se tem forma de guitarra... está bem. Não nos importa quanto medem em centímetros - é uma questão de proporções, não de medidas. As proporções ideais do corpo de uma mulher são: curvilíneas, cheinhas, carnudas... Essa classe de corpo que, sem dúvida, se nota numa fração de segundo. As magrinhas que desfilam nas passarelas, seguem a tendência desenhada por estilistas que, diga-se de passagem, parecem odiar as mulheres e com elas competem. Suas modas são retas e sem formas. A maquiagem foi inventada para que as mulheres a usem. Usem! Para andar de cara lavada, basta a nossa. As saias foram inventadas para mostrar suas magníficas pernas... Se a natureza lhes deu estas formas curvilíneas, foi por alguma razão e eu reitero: nós gostamos assim. Ocultar essas formas é como ter o melhor sofá embalado no sótão. É essa a lei da natureza... que todo aquele que se casa com uma modelo magra, anoréxica, bulêmica e nervosa logo procura uma amante cheinha, simpática, tranquila e cheia de saúde. As jovens são lindas... mas as de 40 para cima, são verdadeiros pratos fortes. Por tantas delas somos capazes de atravessar o atlântico a nado. O corpo muda... cresce... Não da de entrar, sem ficar psicótica, no mesmo vestido que usava aos 18. Uma mulher de 45, que entra na roupa que usou aos 18 anos, ou tem problemas de desenvolvimento ou está se autodestruindo. Nós gostamos das mulheres que sabem conduzir sua vida com equilíbrio e sabem controlar sua tendência a culpas. Ou seja, aquela que, quando tem que comer, come com vontade (a dieta virá em setembro, não antes); quando tem que fazer dieta, faz dieta com vontade (não se saboteia e não sofre); quando tem que ter intimidade com o parceiro, tem com vontade; quando tem que comprar algo que gosta, compra; quando tem que economizar, economiza. Algumas linhas no rosto, algumas cicatrizes no ventre, algumas marcas de estrias não lhes tira a beleza. São testemunhas de que fizeram algo em suas vidas, não tiveram anos em formol, nem em spa... Viveram! O corpo da mulher é o sagrado recinto da gestação de toda a humanidade, onde foi alimentada, ninada e, sem querer, marcada por estrias, cesárias e demais coisas que fizeram parte do processo que contribuiu para que estivéssemos vivos. Portanto, Cuidem-no! Cuidem-se! Amem-se! A beleza é tudo isto.


Paulo Coelho

terça-feira, 10 de dezembro de 2013

BAIXINHO CARNE DE PESCOÇO

BAIXINHO MAS “CARNE DE PESCOÇO”
    Eu só tenho um metro e sessenta de altura. Quando eu era criança tomei muito banho em rios. Contraí esquistossomose, esse verme se alojou no meu fígado, e eu tive terríveis problemas de saúde. Talvez por isso, eu tenha crescido pouco, meu irmão mais novo do que eu, era bem mais alto do que eu. Quando servi o Tiro De Guerra da minha cidade, eu era o último da fila. Na escola, nos campos de futebol, no trabalho, sempre fui chamado pelos colegas de baixinho.
     Meu pai separou-se da minha mãe quando eu tinha dois anos de idade, e eu fui criado por minha avó. Minha avó me dizia o seguinte: Nunca insulte ou provoque ninguém, nem mais forte, nem mais fraco do que você. Mas, se alguém quiser bater em você “se vire e, não chegue em casa apanhado” porque se isso acontecer, quando você chegar em casa vai apanhar outra vez.  “Eu nunca criei filho pra ser saco de pancada de ninguém” dizia ela. Eu colocava em prática essa mensagem. Quando um colega (na escola ou num campo de futebol) mais alto do que eu, queria se aproveitar da minha baixa estatura, e queria bater em mim, eu dava-lhe um chute nos testículos ou no “Osso da canela” era o suficiente pra desmotivar, e mostrar, ao grandão  que não era tão fácil bater em mim. Quando eu já tinha doze anos, comecei a praticar pugilismo, por ser baixinho os mais altos tinham dificuldade de me bater na linha da minha cintura, eu me aproveitava disso, fechava às guardas, deixava o adversário bater, e num descuido dele, procurava pegá-lo de baixo para cima acertando-lhe a ponta do queixo.
     Desde os meus nove anos, que eu aprendi a ganhar dinheiro para ajudar na minha, e nas despesas e da minha casa. Trabalhei na roça para ganhar dinheiro. Quando mudei para a cidade, Lavava carro dos outros, carreguei frete na feira, fui aprendiz de mecânico, borracheiro... Quando já estava cursando o antigo curso ginasial, trabalhei como vendedor em lojas de sapatos e lojas de tecido.
    Aos meus vinte e três anos  fui residir em São Paulo. Tive muitas dificuldades no começo. No segundo dia que estava em São Paulo,  um ladrão entrou no quarto que eu morava e roubou tudo que eu tinha. Superadas as primeira dificuldades, fiz Senai e tornei-me profissional, casei e tive três filhos; Dois fizeram faculdade um continua estudando. Todos três já são adultos e casados. Os meus três filhos são meu maior orgulho e a minha maior riqueza.


     Estou contando tudo isso, para dizer (em linguagem bem objetiva, que acho uma grande “FRESCURA”, essa ESTÓRIA de BULLYING que psicólogos, e outros inventores de regras sociais inventaram). Os garotos da minha época praticamente  todos, tinha apelidos; eram negrinho, negrão, alemão, careca, pé de foice, mocotó, gordo, zé bruta, Pinta gorda, palito, ximbute...    Ninguém cresce traumatizado porque foi chamado de preto, magro, gordo, baixinho, ou qualquer outra “besteragem” hoje conhecida como PRECONCEITO ou BULLYING.  Acho até, que essas coisas, podem servir, para tonar o indivíduo mais forte, e ensiná-lo a superar algumas dificuldades. Portanto, vamos parar com essa “Frescura” de BULLYING e PRECONCEITO, quem tiver filho ensine pra ele que obstáculos existem para ser superados porque “a vida só é dura pra quem é mole”.    

sábado, 7 de dezembro de 2013

O MEU CREDO.




Não sou de religião que reza
Que dogmatiza
Mas que despreza.

Não sou de religião que consome.
Que gerencia pecados
Mas não mata fomes.

Não sou de religião que prega
Mas ao contrário do que diz
Desavença  carrega.

Não sou da religião que ostenta.
Que julga, censura, comenta...
E rituais inventa.

Se nunca me viu orando,
E se quiser ,
Pode me chamar de ateu.
Não vou à igreja fingir
Só quero dentro mim
O que me disse Deus.


Egídio T. Correia

O que é bom a gente compartilha.



AFINIDADE

Afinidade
O mais sutil e delicado dos sentimentos
Une duas pessoas
De forma irremediável
É mais que um encontro de corpos
É um encontro de almas
São duas essências que se misturam
E numa reação fantástica
Transformam -se em uma só.
O mais Inebriante aroma
Entre todos os perfumes.

Zezinha Lins

sexta-feira, 6 de dezembro de 2013

COISAS DO CORAÇÃO.




Tem pessoas que nos fazem um bem danado quando nos avistamos com elas.
Ontem recebi em minha oficina uma pessoa assim.
Sensibilidade, afinidades, empatia... É uma espécie de energia.
Que não se mede com medidores elétricos, 
porque está acima de qualquer teorema da metrologia.

quinta-feira, 5 de dezembro de 2013

Vitoriense Osman Lins



ATRIBUTO A OSMAN LINS


Por que, cidadão vitoriense,

Você não valoriza o que é seu?

Por que, se para alguém acontecer,

É preciso dizer “Adeus”

E ser reconhecido lá fora.

Descubra sua cultura agora,

Valorize sua cultura, primeiro.

Não deixe que estado ou país estrangeiro

Faça isso por você.

Sábio não é exportar talentos.

Só um povo sem sentimentos

Não consegue ficar atento
E preservar o que é seu.

E preservar o que é