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Vitória de Santo Antão, Pernambuco, Brazil
Sou metalúrgico aposentado,chaveiro autônomo, gosto de ler e escrever poesias. Visualizar meu perfil completo

sexta-feira, 16 de janeiro de 2015

Cordel do contraditório/25




CORDEL DO CONTRADITÓRIO/25

O poeta que observa
Mesmo sem ter muito estudo
Vive ligado no mundo
Tirando lição de tudo
Aprende com quem enxerga
Com cegos, aleijados e mudos.

Quem vive sempre aprende
Sempre tem pra ensinar.
Não há quem saiba de tudo
Mas não tenha lição pra dar
Quem não tenha uma história
E que não possa contar.

Não precisa arrogância
 Nem excesso de humildade.
Cada vida é um livro
Com diferentes verdades
Na metamorfose do tempo
Vem novas necessidades.

O progresso modifica
O espaço em que vivemos.
Muda realidades
E muitas coisas que temos.
Ninguém deve parar no tempo
Mais vivemos,  mais aprendemos.

Quem se acha sabidão
E não quer mais aprender.
Quem bota um anel no dedo
E pensa de tudo saber
Está enganando a si mesmo
Foge À regra do bom viver.

Nas entre linhas se escreve
No silêncio também se fala.
Um sábio entendedor
Fala menos e mais cala
A vida ensina mais
Àquele que mais batalha.

Findando esses meus versos
Sem querer ter ofendido.
Nem dá lição de moral
Porque não sou convencido
Somente transfiro recados
Que me foram transferidos.


14/01/2015

terça-feira, 13 de janeiro de 2015

"FAÇA HUMOR NÃO FAÇA GUERRA"




Roberto Gomes Bolanos (criador do personagem Chaves) era um dos maiores humoristas do mundo. Que eu saiba, ele nunca fez Humor denegrindo políticos, religiosos, ou quaisquer entidade de qualquer espécie. Isso mostra que quem tem inteligência, talento e criatividade não precisa fazer uso do humor chulo, debochado, agressivo, indelicado, insinuante, pejorativo... Para fazer sucesso. Anos atrás surgiu uma frase: “FAÇA HUMOR NÃO FAÇA GUERRA” infelizmente quando falta talento, sobra zombaria, deboche, depreciação e até acusações mentirosas. Tem até um apelido para isso “HUMOR DA IMPRENSA MARROM” eu daria outro nome; (HUMOR DA IMPRENSA TERRORISTA) Nunca dei valor nem achei, graça em programas ou pessoas, que pretendem fazer sucesso tripudiando em cima de entidades ou pessoas. Nosso Grande humorista Chico Anísio fazia humor engraçado e se valia da inteligência para às vezes, fazer criticas sinceras, insinuantes, mas não, agressivas e desmoralizantes. O nosso Renato Aragão, (O Didi) também sempre fez sucesso com um humor decente, sem precisar do humor medíocre, grosso, provocativo e rasteiro. Humor pode ser uma coisa séria, agradável, crítica, mas honesta e decente. Nunca incitadora da violência. Penso que democracia ”DIREITO OU LIBERDADE DE EXPRESSÃO”  não deve ser confundido com o direito de agressão ou difamação. Na verdade, quem gosta ou incentiva esse tipo de humor, está colaborando com esse (HUMOR TERRORISTA)  e acaba estimulando outros tipos de terrorismo, inclusive,  o violento. É bom lembrar que a Lei da Física ensina (PARA TODA AÇÃO EXISTE UMA REAÇÃO) e quando alguém insulta provoca, insulta e denigre, pode está provocando uma reação imprevisível. 

segunda-feira, 12 de janeiro de 2015

COISAS QUE MUDAM COM O TEMPO





Coisas que mudam com o tempo.   

   Em Vitória de Santo Antão; anos 50, 60, 70, não existiam supermercados. Alias Supermercados chegaram por aqui no final dos anos 80 e começo de anos 90. O que existiam eram “bodegas” nos bairros (pequenas casas comerciais para vender alimentos) As maiores bodegas já tinham um conceito maior e chamavam-se vendas. As grandes casas comerciais, ou grandes vendas, no centro da cidade, chamavam-se de armazéns. Os maiores armazéns vendiam “secos e molhados”.  Secos eram produtos variados e molhados quando se tratava de alimentos. Funcionavam três grandes mercados públicos em Vitória: O mercado da carne. Ali se comprava carnes. O mercado do feijão, nele só se comprava feijão e outros poucos cereais. O mercado da farinha, nele só se comercializava farinha de mandioca, que era vendida em “cuias” umas caixas de madeira. Tinha cuias de cinco litros, de quatro, três, dois e um litro. Tinha também a “feira do mangalho” (na Praça da Bandeira) onde se comercializava legumes e hortaliças em grande quantidade para feirantes locais  e atravessadores que ali compravam, transportavam em caminhões e levava para vender nas feiras livres do Recife. Na feira do mangalhos se fazia o que hoje faz o CEAVI em Vitória e, o CEASA em recife. Quando eu fui morar em Osasco, São Paulo no final do ano 1966, lá, já estavam construindo um CEASA (centro de abastecimento). O que por aqui se chamava “Vendas” lá se chamava empório. e onde se vendia frutas e hortaliças tinha o nome de “quitanda” nome desconhecido por aqui e para mim. No começo dos anos 70, em Osasco, começaram a surgir alguns supermercados. Depois eu conto mais.

sexta-feira, 9 de janeiro de 2015

ATENTAI SEM ATENTADO


NÃO FAÇA DA SUA CANETA UMA ARMA
NEM DA SUA ARMA UMA FORÇA DE EXPRESSÃO.

ATENTAI BEM! ATENTAI BEM!

LIBERDADE SEM RESPONSABILIDADE PODE SE TRANSFORMAR EM MALDADE, 
DA MALDADE PARA A FATALIDADE 
PODE SE CAMINHAR SÓ UM POUQUINHO. ATENTAI BEM! ATENTAI BEM!.

segunda-feira, 29 de dezembro de 2014

DAVID GATES - resumo da tradução.


Se um quadro vale mais do que mil palavras 
Então porque eu não consigo pintar você? 
Se uma pessoa pudesse lançar mil navios, então para onde eu iria? 
Não há nada além de você para mim. você é tudo o que me importa. 
Quando estou perdendo a razão de viver, 
Você vem e se lança sobre mim e a minha vida renasce.
Se o mundo tivesse que acabar hoje, eu ficaria ao seu lado. 
E quando as estrelas todas se apagassem, 
Eu e você simplesmente voaríamos para longe...

EXTREMOS - EGÍDIO T. CORREIA.


Senti nos teus lábios
Um intenso desejo
Em forma de beijo
Doce como mel.

O tempo passou
O amor acabou
A ausência sentida
Amargou como fel.

Amores - podem ser assim.
Começo, Meio e fim.
Caminhos extremos
No inferno ou no céu.